Este é um livro que, assim como Luz de sangue, publiquei essa semana no Clube de Autores (www.clubedeautores.com.br).
Escrevi esses poemas, que agora junto no livro Até que a morte o separe e outros poemas, como uma forma de passar o tempo. Vendo-os acumulando-se sobre a escrivaninha, decidi reuni-los e publicá-los.
Não são temas alegres ou felizes, ou de amores impossíveis que no final tudo se resolve bem. São poemas, em sua maioria, de natureza soturna e podem, muitas vezes, serem incompreensíveis se a alma de quem os ler não compreender um pouco sobre a dor da existência humana.
Para conferir o livro, basta acessar: http://www.clubedeautores.com.br/book/123185--Ate_que_a_morte_os_separe
Boa leitura!
Palavra por palavra
Criei este blog na intenção de postar algumas de minhas reflexões acerca de tudo um pouco, mas principalmente sobre o existir...
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Luz de sangue - a fuga
Publiquei essa semana o primeiro livro do que pretendo tornar uma trilogia no site Clube de Autores (www.clubedeautores.com.br).
Luz de sangue - a fuga, conta a história de Lucas Ward, que era apenas uma criança quando foi capturado e levado para a Concentração de São Estevão, um lugar alheio ao mundo e perto da grande Liverdream, onde as pessoas temem os agressivos mestres que comandam a Concentração.
Sob as ordens dos lunáticos e ensandecidos mestres, Lucas, agora crescido, será obrigado a cometer um terrível assassinato, e ver perecer a única pessoa em todo o mundo que o tinha em sua estima. Quando ele tenta desobedecer às ordens dos mestres uma guerra pode ser declarada.
Para conferir meu livro, basta acessar: http://www.clubedeautores.com.br/book/123265--Luz_de_sangue
Boa leitura!
Luz de sangue - a fuga, conta a história de Lucas Ward, que era apenas uma criança quando foi capturado e levado para a Concentração de São Estevão, um lugar alheio ao mundo e perto da grande Liverdream, onde as pessoas temem os agressivos mestres que comandam a Concentração.
Sob as ordens dos lunáticos e ensandecidos mestres, Lucas, agora crescido, será obrigado a cometer um terrível assassinato, e ver perecer a única pessoa em todo o mundo que o tinha em sua estima. Quando ele tenta desobedecer às ordens dos mestres uma guerra pode ser declarada.
Para conferir meu livro, basta acessar: http://www.clubedeautores.com.br/book/123265--Luz_de_sangue
Boa leitura!
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Vincent (Tim Burton) - Resenha
Um curta metragem dirigido por meu estimado Tim Burton (de Alice no País das Maravilhas), com texto por ele mesmo escrito. O curta é o primeiro do consagrado diretor, datando de 1982, e conta a vida de Vincent Malloy, um garoto de sete anos que, ao contrário das outras crianças de sua idade, lê autores como Edgar Allan Poe e tem como ídolo o já falecido ator Vincent Price (de Edward Mãos-de-Tesouras). O jovem Vincent enlouquece com seus gostos e anseios, legando à rápida trama um ar único, sinistro e envolvente, somente conseguido por Burton em suas obras. Filmado na técnica de stop-motion (a mesma de O Mundo Estranho de Jack), Vincent é mais uma das pedras preciosas com que brinda o diretor aos seus fieis seguid-... fãs.
Ainda não assistiu "Vincent"? Está esperando o quê? Ó o curta aqui:
Desejo...
Queria eu poder sentir o perfume das rosas, a brisa fresca do vento, ou mesmo a textura da madeira firme. Queria eu poder ver a beleza das estrelas, sentir o calor da verão, ou o frio da estação. Queria eu que meu coração tornasse a em meu peito bater, que a lágrima em meu rosto mais uma vez se pusesse a correr. Queria que eu meus lábios se curvassem no antigo sorriso, que minha pele mais um vez... sentisse a maciez do toque das pétalas das vermelhas rosas. Não jogem aos meus pés os brancos crisântemos, ou velas por mim acendam! Deixem a pálida lua iluminar meu rosto e que minhas pálpebras fechadas sejam tocadas pelo ar gentil das colinas da infância que ainda brinda à vida sob os galhos dos grandes e amigos carvalhos. Não neguem a mim estes últimos anseios, suspirados com o último alento da vontade. Deixem apenas a paz, o silêncio abençoado - e se possível, também o canto do trsite rouxinol que junto a minha janela trazia suas melodias...
domingo, 11 de setembro de 2011
Resenha: O voo de Icarus – até onde nossa mente pode nos levar?
O voo de Icarus – até onde nossa mente pode nos levar?
Nunca li uma estória tão singular quanto a narrada pelo livro do escritor gaúcho Estevan Lutz, e olha que já li muita coisa...
No começo o enredo me recordou de um filme protagonizado pelo ator americano Eddie Murphy, Pluto Nash, isso pelo ambiente estruturado pelo autor. Mas depois a estória seguiu um rumo completamente diferente daquele que eu tinha anteriormente imaginado, coisa que agrada os leitores.
Durante toda a trama eu esperei que as coisas com Icarus, personagem protagonista que cede nome ao livro, acontecessem de uma forma e, a cada página que eu virava, minhas expectativas eram substituídas por acontecimentos e revelações inesperadas e surpreendentes. A estória é contada de uma forma que nos introduz com facilidade para o mundo fictício onde Icarus vive sua vida.
Viciado numa droga denominada “nirvana”, Icarus busca tratamento e aceita o uso de nanotecnologia para o acontecimento tal, o que o faz mergulhar numa “alucinante” realidade paralela ao mundo virtual onde ele vive. Juntamente com Rox, ele faz o leitor parar para pensar o que é real e o que é imaginário, num verdadeiro voo de emoções, descobertas e até mesmo dúvidas, que preenchem cada página, prendendo o leitor do início ao fim.
Se você ainda não leu, está esperando o quê? Adquira logo seu exemplar de O Voo de Icarus e lance sua imaginação nesse voo!
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Requiem "Librera me"
(Divina Comédia - ilustração por Gustave Doré)
-
- Līberā mē, Domine, de morte æternā, in diē illa tremenda:
- Quandō cœli movendi sunt et terra.
- Dum veneris īudicāre sæculum per ignem.
- Tremēns factus sum ego, et timeō, dum discussio vēnerit, atque ventūra īra.
- Quandō cœlī movendi sunt et terra.
- Diēs illa, diēs īræ, calamitatis et miseriæ, diēs magna et amara valde.
- Dum veneris īudicāre sæculum per ignem.
- Requiem æternam dōnā eīs, Domine: et lūx perpetua lūceat eīs.
As cores
Eu vejo as cores. Elas estão por toda parte ao meu redor - uma sinfonia singela; uma canção discreta.
Eu vejo as cores. Elas completam meu dia, preenchem as sombras e deleitam meus olhos.
Eu vejo as cores. Meu saudoso azul, meu belo carmim e brilhante doirado.
Eu vejo as cores. Fartas, elas encobrem o mundo, deleitam nas rosas, choram nos céus.
Ah! Minhas belas cores! Meu sombrio cinzento! Amado púrpura!
Eu vejo as cores...
Eu vejo as cores. Elas completam meu dia, preenchem as sombras e deleitam meus olhos.
Eu vejo as cores. Meu saudoso azul, meu belo carmim e brilhante doirado.
Eu vejo as cores. Fartas, elas encobrem o mundo, deleitam nas rosas, choram nos céus.
Ah! Minhas belas cores! Meu sombrio cinzento! Amado púrpura!
Eu vejo as cores...
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